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Cores na arquitetura: descubra qual cor utilizar em cada ambiente

Com as pessoas passando mais tempo em casa nos últimos dois anos, o design de interiores tem ganhado mais destaque e importância para quem preza pelo estilo e conforto visual. As cores na arquitetura sempre foram relevantes para construir um espaço aconchegante e acolhedor e agora, mais do que nunca é hora de avaliar como estão as cores dos seus cômodos.

Embora esteja muito relacionada ao conceito de decoração, a escolha da cor é mais do que isso: diferentes tonalidades são capazes de transmitir sensações e aguçar diversos sentidos. Por isso, é indispensável que a tonalidade para cada cômodo seja escolhida com sabedoria e estratégia.

Seja em casa ou no escritório, o importante mesmo é deixar tudo do seu jeito e com a sua cara! Preparamos um conteúdo bem bacana com algumas dicas para você se inspirar na hora de escolher as cores do seu cantinho.

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Quarto: lugar de descanso e relaxamento

Depois de um dia cheio de tarefas, nada como deitar e relaxar na sua cama depois de um banho revigorante. O quarto é um local que deve transmitir tranquilidade, calma e serenidade.

Cores mais neutras como cinza e off-white caem muito bem para quem curte uma decoração mais neutra. No entanto, o azul também se mostra como uma excelente alternativa, já que traz conforto visual e indica o momento de descanso. Por estar interligado a atividades como meditação e yoga, essa cor pode ser facilmente utilizada para compor o seu espaço de home office.

Sala: espaço de convivência e socialização

A sala de estar é onde recebemos nossas visitas para um café no fim da tarde ou onde ficamos para descontrair e espairecer. Seja assistindo um filme, lendo ou jogando, a sala é geralmente, um lugar de convivência. Tons de laranja, amarelo e vermelho trazem um aspecto inovador, comunicativo e criativo.

Afinal, a sala de estar é um dos cômodos que vai impactar quem vem de fora, ou seja, é o primeiro local que sua visita terá contato ao adentrar sua residência.

As tonalidades mais quentes podem estar tanto nas paredes quanto nos objetos de decoração: almofadas, sofás, poltronas, puffes, quadros e até mesas de centro.

Cozinha: cores neutras combinam com tudo

Por ter vários pisos e revestimentos, as cores mais neutras como branco, cinza, bege e marrom são mais indicadas para compor a cozinha. Mas se você é daquelas pessoas que não abrem mão de um destaque a mais no espaço, vale apostar em composições como o vermelho, amarelo e laranja. Uma curiosidade: cores quentes podem intensificar o paladar e deixar a experiência das refeições ainda mais prazerosa.

Banheiros e lavabos: limpeza e iluminação

Lugar de limpeza e relaxamento, o banheiro precisa transmitir um ar mais leve. Se seu cômodo não possuir janelas ou se for escuro demais, é indicada a utilização de tons como o branco e o amarelo, que deixam o ambiente mais claro e luminoso.

Ah, os revestimentos de porcelanato também dão um “up” de sofisticação e elegância ao espaço.

Lembre-se que a cor não precisa estar restrita apenas às paredes ou pisos. Ela pode estar presente em objetos de decoração e uso diário tais como toalhas, saboneteiras, porta-objetos, entre outros.

Área externa: o seu cartão de visita

Quem gosta de modernidade e curte um estilo mais rústico, optar por tons terrosos como o marrom, bege e verde escuro pode ser uma boa pedida. Além disso, os pisos e revestimentos com um aspecto amadeirado também ajudam no acabamento desejado.

Se você deseja um ambiente mais familiar com um toque natural, uma dica é integrar plantas na decoração. Elas podem ser colocadas logo na fachada, bem na entrada da sua residência.

Mas se sua preferência for uma pegada mais urbana, uma boa alternativa é o porcelanato retificado, cujo revestimento traz um visual mais moderno e futurista ao imóvel.

Psicologia das cores: o papel da cor na arquitetura

As cores influenciam muito no humor, nas sensações e nas emoções das pessoas. Por isso, estudos na área de psicologia e arquitetura apontam algumas tonalidades mais indicadas para determinados ambientes.

O ideal é sempre pensar na finalidade daquele cômodo. Quais são suas atividades mais recorrentes na sala? Assistir TV? Jogar? Socializar com os amigos? A partir disso será mais fácil definir as nuances porque elas serão pensadas na sua experiência dentro daquele espaço.

Confira os conceitos dos significados por trás das principais cores:

Amarelo: otimismo, luminosidade, jovialidade e curiosidade.

Vermelho: excitação, impulso, urgência e compulsividade.

Azul: tranquilidade, relaxamento, calmaria, confiança e segurança

Violeta: bem-estar e suavidade.

Laranja: criatividade, intensidade, entusiasmo, alegria.

Verde: serenidade, descanso, harmonia.

Importante ressaltar que além das cores em revestimentos, paredes, pisos e outros objetos decorativos, vale a pena atentar-se à iluminação do ambiente. Afinal, ela faz toda a diferença na composição do seu espaço.

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Regras das cores na arquitetura

Agora que você já entende melhor que tipo de emoção cada cor desperta em nosso cérebro e quais tons combinam melhor com cada cômodo da casa, chegou a hora de aprender um pouco mais sobre algumas regrinhas do uso de cores na arquitetura.

Assim como a psicologia das cores, essas regras são um fruto de um estudo conhecido como harmonia das cores, que através de uma roda imaginária que agrupa diferentes tons de acordo com suas semelhanças, divide a harmonização em quatro grupos: monocromática, análoga, complementar e triádica.

É claro que não se tratam de regras no sentido literal, apenas de alguns métodos utilizados para garantir a harmonização ideal de acordo com as tonalidades e os cômodos envolvidos. Confira:

30-60-10

Essa seria uma das regras mais básicas, que pode ser utilizada em qualquer cômodo e com quaisquer tons. O objetivo é harmonizar o ambiente utilizando três cores diferentes: uma dominante que deve ocupar 60% do espaço, uma vibrante em 30% do cômodo e os 10% restantes com uma cor destaque.

É claro que nem todas as cores funcionam de forma harmônica umas com as outras, então aqui já é preciso ter um pouco mais de bom senso na hora de combinar. A cor dominante, que ocupará mais da metade do ambiente, geralmente precisa ser neutra para que as demais consigam se destacar na decoração. O recomendado é sempre seguir uma única paleta de cores para garantir a harmonização perfeita.

Quente x frio

Como já vimos anteriormente, a temperatura das cores tem grande influência sobre diversos aspectos cognitivos, então respeitar o ambiente certo para cada tipo é indispensável quando buscamos harmonizar melhor cada cômodo.

Cores quentes como o vermelho, laranja e amarelo devem ser utilizadas em locais voltados para entretenimento e até mesmo para alimentação, como cozinha ou sala de jantar, por exemplo. Já cores frias como azul, verde e roxo precisam estar em lugares de descanso e concentração, pois conseguem transmitir uma sensação de tranquilidade.

Obviamente, essas temperaturas se divergem muito e nunca devem ser misturadas, assim como não devemos utilizar o tom errado em ambientes que não correspondem com aquela respectiva cor.

Cores complementares

A harmonia complementar visa utilizar duas cores diferentes que possuem um grande contraste entre si, ou seja, estão em lados opostos na roda de cores. Na arquitetura, esse tipo de harmonização é utilizado para destacar ambientes ou pontos específicos de um cômodo, então as cores precisam ser utilizadas em pequenas quantidades para cumprirem seu propósito – afinal, trata-se de um complemento, como o nome já diz.

Como nas demais, é necessário escolher uma cor predominante que será combinada com sua complementar correspondente na roda. Alguns exemplos: o azul claro contrasta com o laranja, enquanto o vermelho deve ser combinado com o verde claro. Quando utilizadas corretamente, essas cores podem fazer bastante diferença no ambiente.

Cores análogas

A regra das cores análogas pode ser combinada com a 30-60-10 para se obter melhores resultados, já que a proposta é semelhante. Aqui deve-se combinar três cores com tonalidades próximas, uma primária com outras secundárias e terciárias. Aplicando a distribuição usada na 30-60-10, é possível obter um resultado perfeitamente harmônico.

É importante ressaltar que as dimensões de cada cômodo também são bastante relevantes nesse caso, pois a temperatura das cores utilizadas pode “sufocar” o ambiente. Usar cores quentes em ambientes pequenos acaba transmitindo a sensação de que eles são menores ainda, por exemplo. Já ambientes maiores são mais versáteis e podem ser combinados com tudo.

Utilizando cores com tecnologias inteligentes

Quando o assunto são cores e decoração, a iluminação é um poderoso aliado e, com a ajuda de produtos smart, nunca foi tão fácil combinar cores! Produtos como a lâmpada LED smart e as fitas LED permitem alterar a cor da luz com um simples toque no celular, além de poder alternar a temperatura e intensidade. Basta conectar o dispositivo ao Wi-Fi da casa e pareá-lo com o app Positivo Casa Inteligente para começar a usufruir de todos os seus recursos de automação.

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